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quinta-feira, 12 de abril de 2012

JUIZ DREDD | ESTRÉIA 21/09/2012

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter



Direção: Pete Travis
Roteiro: Alex Garland
Elenco: Karl Urban, Lena Headey, Domhnall Gleeson, Olivia Thirlby, Deobia Oparei, Langley Kirkwood, Jason Cope, Kevon Kane, Rakie Ayola.

Como sempre, esperamos que os personagens mais cools das hqs ganhem adaptações de respeito para o cinema. Dredd é um destes personagens. Porém, como a adaptação de 1995 com Stallone foi uma mega produção milionária e, ao mesmo tempo, um fiasco de crítica e público, é óbvio que não arriscariam uma nova adaptação deste personagem tão cedo.

Mas, com tanto investimento na primeira adaptação, desde os atores, efeitos especiais, cenografia, etc, ficou claro que o fracasso foi devido ao roteiro. Então, para um filme do Dredd bem sucedido, basta repetir tudo que foi feito no primeiro filme (um grande orçamento, bons atores, etc), mas desta vez, com um roteiro interessante que não estrague tudo.

JUIZ DREDD (1995) | CRÍTICA

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter


NOTA
4,9

Diretor: Danny Cannon
Roteiristas: John Wagner, Carlos Ezquerra, Michael De Luca, William Wisher
Elenco: Sylvester Stallone, Diane Lane, Armand Assante, Rob Schneider, Jurgen Prochnow, Max Von Sydow, Joanna Miles, Joan Chen, Balthazar Getty, Maurice Roëves, Ian Dury, Christopher Adamson, Ewen Bremner, Peter Marinker, Angus MacInnes.

Faltou pouco, bem pouco, para este filme alcançar a nota 5 e ser considerado apenas um filme mediano, e não ruim. Pois há muita coisa boa no filme, muitos acertos, mas as poucas falhas envolveram os principais critérios do filme: o roteiro e o final.

Assisti este filme no cinema, logo quando lançado, e alguns dias atrás assisti novamente após ter conseguido comprar o dvd. É sempre interessante assistir o filme quando mais jovem e depois, quando mais maduro, para discernir quais as partes que eram boas simplesmente porque a ação entretia e quais partes eram boas porque realmente eram bem feitas. Neste filme, tive exatamente as mesmas percepções nas duas vezes que assisti, as mesmas satisfações, e as mesmas decepções.


sábado, 9 de abril de 2011

BATMAN E JUIZ DREDD | VINGANÇA EM GOTHAM

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter




TÍTULO: BATMAN E JUIZ DREDD | VINGANÇA EM GOTHAN
PUBLICAÇÃO: 1995
EDIÇÃO: ÚNICA
CAPA: ALEX ROSS
ROTEIRO E ARGUMENTO: ALAN GRANT E JOHN WAGNER
ILUSTRAÇÃO: CAM KENNEDY

ORIGEM: EUA
LICENCIADOR: DC COMICS
EDITORA: ABRIL
CATEGORIA: EDIÇÃO ESPECIAL
GÊNERO: SUPER-HERÓIS
PÁGINAS: 52
FORMATO: 17 X 26 CM
PRODUTO: COLORIDO/LOMBADA COM GRAMPOS



Em 1995, quando esta revista foi lançada, embora já tivesse visto imagens do Juiz Dredd em outras hq's, sua imagem não havia interessado. Porém, neste mesmo ano, o filme O Juiz, com Silvestre Stallone foi lançado. E, independente do título do filme, estávamos numa época que apenas o nome do Silvestre e do Arnold já eram suficiente para carregar a mulecada da época para as salas de cinema (e nosso pai junto).

Como todo adolescente que se prese, eu fui assistir o Stallone arrebentar uns caras no cinema também. E, embora o filme tenha sido mediano no julgamento da mulecada, e péssimo no julgamento dos amantes de hq's, este filme despertou meu interesse pelo personagem que, nos primeiros minutos do filme, até que foi bem apresentado. O resultado do filme foi que, quando vi esta hq na banca, com o Juiz enfrentando o Homem Morcego, comprei na hora.

A roteiro não é lá tudo isso. Não é ruim, mas é uma trama comum, sem novidades. Mas o que deu para perceber com o roteiro, é que a intenção era essa mesmo, para que os personagens tivessem mais páginas na revista para ficarem só na porrada. Metade da revista são eles dois brigando moooito. E eu acabei curtindo bastante. Afinal, quem gosta de super heróis, é porque curte uma boa treta também.

Algo a ressaltar foi a arte de Cam Kennedy, ilustrador das hq's do Juiz durante um bom tempo, arrepiou neste trablho. Eu, particularmente, curto muito este estilo chapado, sem muitos rabiscos. Este estilo fica muito interessante mesmo sem cores, apenas pb, pois a falta de degradês na arte-final e a luz e sombra bem definidas destacam perfeitamente o foco da ilustração.

Resumindo, mesmo não sendo uma das hq's mais importantes nem do Batman nem do Juiz Dredd, é uma edição especial de bons personagens, leitura curta, boa ilustração, e bastante porrada. Cultura pouca, mas entretenimento garantido.
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