quarta-feira, 18 de abril de 2012

SESSÃO CHARGES & TIRAS | CRIS


Confira mais artes do Cris em sua página oficial:

terça-feira, 17 de abril de 2012

É MENTIRA, CHICO?

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter


TÍTULO: É MENTIRA, CHICO
PUBLICAÇÃO: 2007
EDIÇÃO: ÚNICA
CAPA: ZIRALDO
ARTISTAS PARTICIPANTES: AFONSO CARLOS, AMARILDO, AMORIM, AROEIRA, BAPTISTÃO, BRITO, CAMILO, RIANI, CÁRCAMO, CÁSSIO LOREDANO, CAU GOMEZ, CAVALCANTE, CELSO MATHIAS, CÉSAR LOBO, CHICO CARUSO, CLÁUDIO, DÁLCIO MACHADO, ÉRICO AYRES, FERNANDES, FERRETH, FRAGA, FRATA, GIL, GILMAR, HUMBERTO, IQUE, JUNIOR LOPES, KACIO, LAN, LÉO MARTINS, LÉZIO, LULA, MANGA, MÁRIO ALBERTO, MONTEIRO, NEI LIMA, PAFFARO, PAIXÃO, PAULO BRANCO, PAULO CARUSO, QUINHO, RICARDO SOARES, ROSSI, ULISSES ARAÚJO, XANDE E ZIRALDO.
ORIGEM: BRASIL
EDITORA: DI MOMENTO
CATEGORIA: ÁLBUM DE LUXO
GÊNERO: CARICATURAS
PÁGINAS: 196
FORMATO: 24,5 X 29,5 CM
PRODUTO: COLORIDO, CAPA DURA, LOMBADA QUADRADA

Ziraldo, após criar dois livros ("É Mentira, Terta" e "O Batizado da Vaca") inspirados nos personagens do maior humorista do mundo, Chico Anysio, decidiu realizar um terceiro livro, reunindo diversos caricaturistas brasileiros para homenagear este humorista. O resultado foi este maravilhoso e histórico livro, chamado É MENTIRA, CHICO?

Maravilhoso porque, dentre os artistas convidados, estão alguns dos melhores do Brasil, e todos eles estavam realmente muito inspirados no desenvolvimento de suas artes. Algumas delas são usadas e adaptadas até hoje em diversas mídias de comunicação, como na capa dos dois volumes do DVD Chico Especial.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

MILLÔR FERNANDES (1924-2012)

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter


O carioca Milton Viola Fernandes, mais conhecido como Millôr Fernandes, foi um desenhista, humorista, dramaturgo, escritor, tradutor e jornalista brasileiro. Começou a trabalhar ainda jovem na redação da revista O Cruzeiro, iniciando precocemente uma trajetória pela imprensa brasileira que deixaria sua marca nos principais veículos de comunicação do país. Em seus mais de 70 anos de carreira produziu prolífica e diversificadamente, estendendo sua criatividade ao jornalismo, literatura, artes, teatro, cinema e até ao esporte. Em seus trabalhos costumava valer-se do humor para criticar o poder e as forças dominantes, sendo em consequência confrontado constantemente pela censura. Dono de um estilo singular, era visto como figura desbravadora no panorama cultural brasileiro: no teatro, por exemplo, empreendeu uma revolução no campo da tradução de peças, tanta era diversidade e a personalidade que impunha aos trabalhos – características que se manifestavam também em suas incursões como autor, artista plástico, jornalista e pensador. Com a saúde fragilizada após sofrer um acidente vascular cerebral no começo de 2011, morreu em março de 2012, aos 88 anos.

Com seu falecimento, diversos artistas se reuniram para homenagea-lo em mais uma Flashexpo organizada pelo Jal, denominada AO MILLÔR COM HUMOR. Cartuns, caricaturas e ilustrações em geral foram produzidas, algumas adaptando o estilo colorido do artista, outras fazendo referência a famosa tipografia em blocos de Millôr, algumas ilustrando suas famosas frases, e a criatividade fluiu entre outras diversas idéias.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

RUBÃO POLEMIZA: PARA MARVEL, WOLVERINE NÃO PASSA DE UM IGNORANTE, LENTO E FRÁGIL.

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter


Estava eu elaborando uma nova matéria sobre mutantes (que posto em breve), e resolvi fazer uma pesquisa no site oficial da marvel para me certificar de alguns detalhes. Ao clicar em um dos personagens, vi que, junto ao seu perfil histórico, também existe uma tabela de virtudes, pontuando características como força, velocidade, resistência, inteligência, etc. Por curiosidade, acabei escolhendo e clicando em alguns personagens para avaliar e confirmar quem são os mais poderosos, já que, pelas histórias que lemos, é até meio óbvio. Uma óva! De óbvio não encontrei nada. Por incrível que pareça, a visão da Marvel é quase 100% diferente da visão que eu tenho dos seus personagens. Quanto mais eu clicava, mais me surpreendia.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

JUIZ DREDD | ESTRÉIA 21/09/2012

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter



Direção: Pete Travis
Roteiro: Alex Garland
Elenco: Karl Urban, Lena Headey, Domhnall Gleeson, Olivia Thirlby, Deobia Oparei, Langley Kirkwood, Jason Cope, Kevon Kane, Rakie Ayola.

Como sempre, esperamos que os personagens mais cools das hqs ganhem adaptações de respeito para o cinema. Dredd é um destes personagens. Porém, como a adaptação de 1995 com Stallone foi uma mega produção milionária e, ao mesmo tempo, um fiasco de crítica e público, é óbvio que não arriscariam uma nova adaptação deste personagem tão cedo.

Mas, com tanto investimento na primeira adaptação, desde os atores, efeitos especiais, cenografia, etc, ficou claro que o fracasso foi devido ao roteiro. Então, para um filme do Dredd bem sucedido, basta repetir tudo que foi feito no primeiro filme (um grande orçamento, bons atores, etc), mas desta vez, com um roteiro interessante que não estrague tudo.

JUIZ DREDD (1995) | CRÍTICA

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter


NOTA
4,9

Diretor: Danny Cannon
Roteiristas: John Wagner, Carlos Ezquerra, Michael De Luca, William Wisher
Elenco: Sylvester Stallone, Diane Lane, Armand Assante, Rob Schneider, Jurgen Prochnow, Max Von Sydow, Joanna Miles, Joan Chen, Balthazar Getty, Maurice Roëves, Ian Dury, Christopher Adamson, Ewen Bremner, Peter Marinker, Angus MacInnes.

Faltou pouco, bem pouco, para este filme alcançar a nota 5 e ser considerado apenas um filme mediano, e não ruim. Pois há muita coisa boa no filme, muitos acertos, mas as poucas falhas envolveram os principais critérios do filme: o roteiro e o final.

Assisti este filme no cinema, logo quando lançado, e alguns dias atrás assisti novamente após ter conseguido comprar o dvd. É sempre interessante assistir o filme quando mais jovem e depois, quando mais maduro, para discernir quais as partes que eram boas simplesmente porque a ação entretia e quais partes eram boas porque realmente eram bem feitas. Neste filme, tive exatamente as mesmas percepções nas duas vezes que assisti, as mesmas satisfações, e as mesmas decepções.


sexta-feira, 6 de abril de 2012

BÁTIMA DE ANRDÉ VALENTE | A EXCEÇÃO DA REGRA

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter


TÍTULO: BÁTIMA
PUBLICAÇÃO: 2011
CATEGORIA: REVISTA PERIÓDICA
EDIÇÃO: 1
CAPA, TEXTO E ILUSTRAÇÃO: ANDRÉ VALENTE
ORIGEM: BRASIL
EDITORA: INDEPENDENTE
GÊNERO: FANZINE
PÁGINAS: 16
FORMATO: 10,5 X 15 CM
PRODUTO: PRETO E BRANCO / LOMBADA COM GRAMPOS

Desde quando a falta de tempo me impediu de ler as enormes e volumosas hqs que curto, e decidi me aventurar pelas curtas leituras, poucas páginas, idéias simples (confira aqui os detalhes desta mudança radical), automaticamente já adaptei minha mente para aceitar um novo conceito de apreciação, que nunca me cativou. Me preparei para aceitar o humor raso ao invés do drama profundo, o cartum no lugar do realismo, o cômico pelo sério. Pois, convenhamos: é querer demais achar histórias densas e filosóficas, que nos fazem refletir, numa leitura de apenas 10 ou 15 minutos. Tarefa praticamente impossível. O máximo que dá para encontrar são histórias bem humoradas, ou alguma seleção de tiras divertidas, algo assim. Pois é... Bátima, de André Valente, se encaixa exatamente neste "praticamente impossivel", sendo a exceção da regra.


segunda-feira, 2 de abril de 2012

OSQ ENTREVISTA | RENAN LIMA

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter


Há um tempo atrás, vi uma tira de apenas dois quadros, mas bem chocante, rodando na internet. No primeiro quadro, uma moça diz ao rapaz: "Estou grávida, amor!!! Grávida de um menino!" No quadro seguinte, o rapaz arrebenta a face da moça com um soco, dizendo: "Vadia pedófila!"


Três coisas nesta tira me chamaram muita atenção:
  1. O clássico humor negro que, além de meio raro hoje em dia, foi adaptado não só um, mas dois assuntos extremamente polêmicos: pedofilia e violência contra mulheres.
  2. O duplo sentido achado numa frase que ouvimos diariamente ("grávida de um menino") em filmes, novelas, na vida real, etc, mas ninguém nunca havia sacado;
  3. A agressividade visual da imagem.

quinta-feira, 29 de março de 2012

CRIS, A ORIGEM!

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter


Apesar de lançar o primeiro livro do Cris em 2009, este querido personagem nasceu há muitos anos antes. A primeira arte do Cris foi uma tirinha criada em 1999, resultado de uma grande história que eu conto a seguir.

Primeira tira do Cris, criada em 1999, publicada até hoje.

Após morar em muitos lugares e trabalhar como desenhista freelancer para muitas empresas, cheguei em São Paulo com minha família em 1996, decidido arrumar um emprego fixo como ilustrador. Embora eu fosse bem jovem, já acreditava ser um desenhista de ótimo nível. Por isso, achei que seria fácil achar uma empresa que me contratasse para ilustrar quadrinhos, mascotes, livros, revistas, ou algo do gênero. Não conhecia ninguém na cidade para garantir alguma indicação, então juntava minhas ilustrações numa pasta, colocava debaixo do braço, e procurava emprego pessoalmente em jornais, editoras e agências. Mas nenhum lugar estava contratando este tipo de serviço fixo, e todos já tinham uma lista gigantesca de ilustradores freelancers na agenda. Fiquei praticamente dois anos pegando apenas serviços pequenos, ganhando poucos trocados, enquanto ainda estudava.

quarta-feira, 28 de março de 2012

NO RISADARIA 2012 | HUMOR OLÍMPICO, CHICO ANYSIO E MUITO MAIS

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter


No Risadaria, o maior evento de humor da América Latina, realizado na Bienal do parque do Ibirapuera do dia 22 a 25 de março de 2012, o trabalho de vários artistas brasileiros foi exposto na Flashexpo Humor Olímpico. Desta vez, o tema da exposição foi as Olimpíadas de Londres, realizada ainda este ano.

terça-feira, 27 de março de 2012

DOSSIÊ HQ NA GIBITERIA: LANÇAMENTO DO GAZZARA

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter


No dia 21 de março de 2012, rolou mais um Dossiê HQ na Gibiteria. Desta vez, lançando o Gazzara, um projeto audacioso de Rafael Coutinho, com uma proposta muito interessante: Gazzara consiste em desenvolver histórias em quadrinhos, mas não para publicar em livros e revistas, mas sim, expor em paredes, como quadros. A premissa da idéia é de que o artista hq produz uma obra de arte tão bela quanto outros artistas, sendo que uma hq ainda exige um esforço muito maior, já que a arte vem acompanhada de toda uma história. Logo, por que pendurar na parede apenas um desenho, e não uma hq?

Melhor explicado nas palavras do idealizador e editor do Gazzara, Rafa Coutinho, que descreveu sua idéia em seu blog, e eu resumo aqui:

"Lugar de quadrinhos tinha que ser na parede. Todo esse trabalho e detalhe, tava na hora desse desenho estrapolar os pequenos formatos de livro (muitas vezes não tão pequenos assim, mas ainda sim um formato tradicional). "Que lindo seria poder colocar isso na minha parede, enorme, como uma pintura." Pois bem, daí surgiu a ideia de fazer uma hq em formato enorme, 60 cm x 40 cm, o conhecido A2. Convidei alguns amigos que admiro muito o trabalho, e sugeri que todos fizessem uma história de 4 páginas. Bolamos meio conjuntamente algo que unisse todas, e pudesse sugerir uma leitura universal e conjunta. Todas as histórias são escritas em um texto incompreensível, como uma outra língua ou um texto técnico incompreensível, cada um obviamente entendeu como quis. Ficou lindo."

Como eu disse, audacioso e muito interessante.

GUILHERME BANDEIRA DÁ VIDA A OBJETOS INANIMADOS

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter


TÍTULO: OBJETOS INANIMADOS
PUBLICAÇÃO: 2012
EDIÇÃO: ÚNICA
CAPA, TEXTOS, ILUSTRAÇÕES: GUILHERME BANDEIRA
ORIGEM: BRASIL
EDITORA: INDEPENDENTE
CATEGORIA: EDIÇÃO ESPECIAL
GÊNERO: HUMOR
PÁGINAS: 64
FORMATO: 20,5 X 19 CM
PRODUTO: PRETO E BRANCO/LOMBADA QUADRADA

Só a idéia de ilustrar situações utilizando apenas objetos inanimados já é deveras original. Mas, desde que vi a capa deste livro rodando pela web, fiquei interessado em adquirir o produto para conferir o quanto a criatividade do artista conseguiria explorar este tema tão amplo. Não consegui ir no lançamento do livro, mas encontrei o Guilherme no dia seguinte, na mesma Livraria HQMIX, no lançamento do livro Brasil do Bem, e adquiri o livro dele.

Guilherme e Rachel, minha noiva.
Guilherme fazendo minha carica no livro Brasil do Bem.

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