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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

AULA DE HQ

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter

Muito bem: para vc que não é apenas um admirador de hq's, ou um leitor das horas vagas ou um nerd que se sente melhor no mundo surreal do que o mundo real, mas ainda cria ou tem interesse de CRIAR SUAS PRÓPRIAS HQ`S, separei uma lista dos melhores livros, dos caras mais renomados, para instruí-lo nesta árdua e divertida tarefa. Literalmente, "mãos à obra"!



Will Eisner é, na minha opinião, um dos 2 maiores responsáveis pelo sucesso das hq's no mundo. Ele é excelente em todos os critérios desta arte: ilustração, roteiro, argumento, continuidade, etc. Domina com facilidade seu trabalho. Porém, ficou famoso por sua incrível adaptação de fatos reais do cotidiano em suas hq's. Pessoas trabalhando, estendendo a roupa, lavando louça, perambulando pelas ruas, bebendo na sarjeta, etc. Toda a simplicidade da vida, contada de forma a se tornar interessante. Devido a seus temas, praticamente a totalidade de seus fãs sejam adultos.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

MULHER-MARAVILHA | O ESPÍRITO DA VERDADE

Autor: Rubens Junior | Facebook | Twitter





TÍTULO: MULHER-MARAVILHA | O ESPÍRITO DA VERDADE
PUBLICAÇÃO: 2002
EDIÇÃO: ÚNICA
CAPA: ALEX ROSS
ROTEIRO: PAUL DINI
ARGUMENTO: PAUL DINI E ALEX ROSS
ILUSTRAÇÃO: ALEX ROSS
ORIGEM: EUA
LICENCIADOR: DC COMICS
EDITORA: ABRIL
CATEGORIA: ÁLBUM DE LUXO
GÊNERO: SUPER-HERÓIS
PÁGINAS: 68
FORMATO: 25,5 X 34 CM
PRODUTO: COLORIDO/LOMBADA QUADRADA

A quarta revista da série de Alex Ross e Paul Dini apresenta a heroína mais conhecida de todos os tempos. Mulher-Maravilha em sua primeira grande obra em hq's (talves haja outros trabalhos de boa relevância histórica, mas nada comparado a este).

Infelismente, eu vou ficar basicamente neste "grande valor histórico", pois não curti muito esta obra (comparada as outras da série. Se for comparada as edições periódicas ma Mulher-Maravilha, esta revista é magnífica). Primeiro, o roteiro, embora seja muito bom e desenvolva lutas internas da heroína, não chegou nem perto da profundidade das outras histórias da série. Segundo que, me perdoe quem curtiu, mas a modelo usada como referência para as ilustrações é muito troncuda, meio grotesca, casca grossa. Uma das qualidades que curto na Mulher-Maravilha é de que ela, embora seja uma guerreira amazona, ela é mulher, e precisa aparentar feminilidade. Esta modelo ficou muito musculosa para o meu refinado gosto para mulheres. Mas vamos ao que curti:
  • A CAPA - Embora no conteúdo da revista a modelo usada como referência para Mulher-Maravilha seja muito forte e pouco feminina, a capa não transparece isso! A Mulher-Maravilha da capa eu amei! É feminina, doce, ao mesmo tempo que impõe respeito como uma heroína. A expressão do rosto está bastante interessante, olhando para frente, mas não para o leitor e, embora eu ache que há muita luz e pouca sombra, passou no crivo.
  • O ENCONTRO - Durante as dificuldades vividas pela heroína na história, ela resolve pedir ajuda a um grande amigo que, antes de saber quem era, eu previ que seria o Super-Homem. Mas errei. O encontro entre Diana e Clark me pegou de surpresa pois poucas vezes (até aquela época) dividiam tão bem as tramas dos heróis e suas outras identidades. (Pouco mais tarde os desenhos animados de Bruce Timm para tv valorizaram cada vez mais os alter-egos dos heróis e hoje em dia já é mais fácil encontrar boas histórias de Bruce Wayne sem o Batman, Clark Kent sem o Super-Homem, etc.).
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